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10-12-2016

Deputado federal adverte sobre quebradeira que Uber pode causar a taxistas



Deputado federal adverte sobre quebradeira que Uber pode causar a taxistas Aparentemente o Uber pode parecer muito bom diante da tarifa inicialmente baixa, mas custar a quebradeira dos taxistas  O deputado federal pelo estado de Alagoas, Givaldo de Sá Pessoa, elencou uma série de aspectos negativos e riscos relativos ao aplicativo Uber. Ele citou como exemplo o município de Alagoas, que conta com aproximadamente três mil táxis e pode vir a ter 10, 20 ou 30 mil carros com o nome de Uber que prestam o mesmo serviço.

Givaldo Carimbão, como é popularmente conhecido, disse temer acontecer com os taxistas e os usuários o mesmo que aconteceu com os pequenos produtores rurais após a chegada da multinacional Parmalat em Alagoas, que aumentou o preço do litro de leite de R$ 1,40 para R$ 1,80, quebrou todas as cooperativas e depois passou a vender esse mesmo produto a R$ 1,00.    

O barato que pode sair caro   Segundo ele, num primeiro momento, aparentemente o Uber pode parecer muito bom diante da tarifa inicialmente baixa, mas custar a quebradeira dos taxistas, que têm sua profissão regulamentada, pagam tributos, impostos e não fazem as coisas do jeito que querem, sem regras.  Givaldo também não considera justo o fato de ao contrário do Uber, os integrantes das  Cooperativas de Táxis cumprirem a regra de estar  presentes nos horários de voos nos aeroportos aguardando passageiros na fila por horas, buscados por  motoristas particulares que se prestam serviços a eles através do aplicativo de celular. "Tenho conhecimento de pessoas que disseram ter utilizado o Uber e "pago a metade", enquanto outras reclamaram da cobrança de taxa em um horário e cinco vezes mais em outra.  

Quem está autorizado a discutir essas tarifas, quem as regulamenta no Brasil ?", questionou, expressando sua preocupação com cada município decidindo diferente pela regulamentação, usurpando uma competência que é do parlamento brasileiro.    Previsão de votação de PL   A Câmara dos Deputados deve votar na próxima segunda-feira o projeto de lei que regulamenta o funcionamento do Uber e de outros aplicativos de prestação de serviços, como o da rede hoteleira. Embora considere a categoria prejudicada, a maioria dos líderes dos partidos quer um texto que promova a harmonia com os serviços prestados pelos taxistas, por entender que de fato há uma disparidade entre um sistema e outro, mas não se pode criar uma regra para inviabilizar o Uber.  

A tramitação da matéria é acompanhada de perto por Eduardo Oliveira, presidente da Federação Interestadual dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Cargas e Bens (Fecone), que reúne nove estados da Região Nordeste. Ele é também vice-presidente da Confederação Nacional dos Transportes Autônomos,secretário executivo da Federação de Táxis do Nordeste além de ser Membro da Câmara de discussão de Transporte de Cargas do Ministério dos transportes – Brasília.

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