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13-06-2016

Microsoft compra LinkedIn por valor mais alto que WhatsApp



A Microsoft anunciou ter chegado a um acordo para realizar a compra do LinkedIn. A rede social para profissionais deve ser adquirida por um total de US$ 26,2 bilhões, cerca de US$ 196 por ação. A marca LinkedIn será mantida, tornando-se parte da gigante de Redmond, enquanto o CEO Jeff Weiner passará a responder a Satya Nadella. O negócio foi fechado por um valor superior ao da compra do WhatsApp pelo Facebook, em 2014, por US$ 21,8 bilhões.

"A equipe do LinkedIn criou um negócio fantástico para conectar os profissionais do mundo", declarou Nadella. "Juntos, poderemos acelerar o crescimento do LinkedIn, assim como o Microsoft Office 365 e Dynamics na medida em que procuramos capacitar cada pessoa e organização do planeta".

As novidades implementadas pela rede social no ano passado, como o novo aplicativo móvel, melhoria na linha do tempo e a aquisição da plataforma de educação Lynda.com foram citados como alguns dos motivos que fizeram o LinkedIn crescer e se tornar interessante, na visão da Microsoft. Weiner explicou o que a aquisição da empresa pode oferecer para ambos:

"Do mesmo jeito que nós mudamos o modo como o mundo se conecta à oportunidade, esta relação com a Microsoft, combinada à nuvem deles e à rede do LinkedIn, nos dá a chance de mudar, também, como o mundo trabalha. Nos últimos 13 anos, nos posicionamos unicamente para conectar profissionais para fazê-los mais produtivos e bem sucedidos, e estou ansioso para levar nosso time para o próximo capítulo de nossa história".

A esperança é que Microsoft e LinkedIn juntem seus conhecimentos junto ao mundo corporativo para facilitar o dia a dia de empresas e funcionários. A gigante de Redmond possui hardware e software para isto - especialmente o segundo -, e deve aproveitar a rede do LinkedIn para conectar melhor os profissionais de diferentes áreas. E, claro, aproveitar para melhorar suas ferramentas e expandir os negócios.

A transação foi aprovada unanimemente pelos conselhos diretores das duas empresas, e agora aguarda aprovação dos acionistas do LinkedIn e a análise de órgãos regulatórios. Haverá ainda uma conferência das duas empresas para debater o assunto com investidores.



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